Beijinhos!
*Imagens: Blog da Thássia e Song Of Style
Fonte: Site Glamour de Garagem
Claro que não podemos esquecer da nossa aliada número 1: a meia-calça, que deve vir sempre por baixo das saias para ninguém passar frio! Meia-calça é acessório incondicional, né, que a gente atualiza de temporada em temporada mudando modelos, cores, texturas. Isso não tem mistério, mas a grande dúvida que paira na cabecinha da maioria das meninas que nos procuram se refere à parte de cima da produção. O sentimento é aquele, ok, já coloquei a minha saia, a meia por baixo, a bota, mas e agora, posso jogar um casacão por cima?
Como vestir?
Você deve olhar para a saia longa como uma outra peça qualquer, no caso, o que a gente faz com as mini saias e as bermudinhas. É quase a mesma coisa. O combo saia longa + suéter ou camisa + jaqueta ou casaco é possível, sim, desde que claro respeitado alguns cuidados, como por exemplo estatura e tipo de corpo! Venha cá que eu te mostro umas dicas:
-> Se você é baixinha, utilize um casaco até a cintura ou até o limite da linha do quadril para não achatar a silhueta! Exemplos:
-> Se você é mais cheinha, dê preferência a casaquetos curtos e estruturados ou jaquetas de couro perfecto que modelam o corpo e casam super bem com as saias longas. Se eles forem até o início do quadril, ainda melhor!
Se preferir por um casaco mais longo e quentinho, opte por modelos que marcam a cintura ou que sejam mais justinhos para não encorpar demais! Olha como os casacões com as mangas mais coladinhas (e até sobretudos) com modelagem reta podem ficar bem bacanas:


A questão é descobrir o seu estilo e o que casa melhor com o seu corpo! Espero pelo menos ter ajudado um pouquinho com esse post, as referências são muitas, né meninas?
Beijocas
Fonte: Site Glamour de Garagem
Aproveitamos para mostrar alguns looks com saia longa da fofa Ju Romano, do blog "Entre topetes e vinis". A Ju é plus e faz combinações maravilhosas, confiram:
❥❥❥ AMAMOS O LOOK ❥❥❥
Até mais meninas :*
Por isso, aí vão mais cinco mitos que, ao nosso ver, precisam ser quebrados já!
Bicho-papão da maioria das mulheres, a saia mídi é mais fácil de vestir do que a gente imagina. Com salto é perfeito, mas sem salto (o maior medo das mulheres) também consegue-se um look mega elegante. A Paula Martins, do blog Look do Dia, mostrou com proeza que dá para investir sem medo em um combo mídi + sapatilha!E a preguiça que temos daquela máxima que não se combina cor de batom com cor de roupa? Não tem nada de brega ou patricinha ou certinha. Dá pra ficar legal sem cair no clichê, sim! Blusa vermelha com batom vermelho, saia rosa com batom rosa…sem receio de arriscar!
E para as meninas que acham que jeans + jeans é uma combinação oitentista demais, ledo engano. De qualquer maneira, quem tem medo dos anos 80? Quando a gente defende a dupla, a ideia é seguir uma reinvenção, não precisa usar a mesma tonalidade de jeans, por exemplo, o bacana é misturar claro com escuro e texturas diferentes, de preferência. Uma dica boa para inovar é complementar a produção com acessórios: um cinto que quebre o match-match ou um colar poderoso.
E a combinação de bolsa + cinto + sapato vai dar o que falar. Uma vez era regra, depois ficou cafona, e agora tá legal de novo, é isso, produção? Bom, pra gente, tudo é uma questão de bom senso, se você gosta de combinar, pode sim dar super certo. Olha esse exemplo de peep toe e hand bag vermelhos? O interessante é observar que as texturas podem ser descombinadas, mesmo que sigam a mesma tonalidade!E o velho dilema de combinar os neutros: azul marinho + marrom + preto + chumbo + cinza + azul marinho de novo. Gente, neutro é neutro e, na moda, casam muito. Essa diretriz que inventaram que não se pode combinar esses tons é coisa do século passado. De verdade, você nunca vai errar se fizer a junção dessas cores. É muito mais fácil fazer uma combinação como essa do que o colour blocking que muitas arriscaram nesse verão!
Fonte: Site Glamour de Garagem
Curtiram? Esperamos que vocês participem nos comentários ou pelo Facebook, opinando e sugerindo novos mitos e preconceitos que pregam por aí do que pode e do que não pode.